Município tem brigadistas de incêndio em todas as instituições de ensino
CATEGORIA: EDUCAÇÃO - 15 DE MAIO 2019

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Município tem brigadistas de incêndio em todas as instituições de ensino

A segurança das crianças nas escolas é uma das maiores preocupações diárias de pais e professores. Para garantir aos alunos conhecimento de prevenção e defesa contra incêndios, o município capacitou professores e agora executa em todas as instituições de ensino o chamado “Plano de Abandono”, ou o programa de brigada escolar.

 

Nesta quarta-feira (15), a secretária de Educação, Adélia Paixão, acompanhou a simulação de uma evacuação na Escola Municipal Getúlio Vargas. “É gratificante ver a participação das crianças e o entendimento delas em algo tão importante. Eles já estão com tudo na ponta da língua, sabem os procedimentos, o que fazer em cada situação. A segurança de cada um é prioridade, o que faz esse projeto ser tão importante”, ressaltou.

 

Cada instituição de ensino do município teve a formação de uma brigada escolar, assim, durante todo o dia sempre terão pessoas capacitadas para executar o plano de abandono. “Em qualquer hora do dia temos profissionais que fizeram os cursos e sabem agir em caso de um incêndio. As crianças foram ensinadas e também passam por treinos para fixarem melhor os fatos. A obrigação é de uma vez por semestre, mas nossas escolas fazem mais vezes, pois quanto mais fazem, mais se aperfeiçoam. No núcleo regional de abrangência, Paranavaí é o único município a ter o projeto implantado e em funcionamento”, disse Adélia.

 

O conhecimento adquirido em situação de incêndio não serve apenas enquanto estiverem na escola, mas sim para toda vida. “Seja em uma loja, um shopping, supermercado, onde quer que as crianças estejam, vão perceber as luzes, as saídas de emergência e saberão o que fazer em cada caso. Hoje, todas são ensinadas que o ponto de encontro fica em um local aberto, que a fumaça é altamente tóxica e perigosa, além de muitos outros aprendizados”, desta Adélia.

 

Segundo a secretária de Educação, a atual administração encontrou problemas quanto à liberação de utilização das instituições de ensino. “Nós temos 32 instituições e apenas duas delas tinham autorização de funcionamento dos bombeiros. Jamais poderíamos deixar as nossas crianças frequentarem um local que não tem liberação dos bombeiros, era uma situação muito grave. Rapidamente fizemos questão de regularizar o que era necessário para garantir a segurança de todos”, enfatizou Adélia.

 

 

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